Portfólio

BOOKTRAILERS
Feitos no: Canva & Microsoft Clipchamp
Alguns Exemplos:
A Carolina Conta Tudo
Texto: Maria Clara Lopes de Almeida
Ilustrações: artelogy
Editora: artelogy
Leonor e a Bailarina ao Vento
Texto: Beatriz Meireles
Ilustrações: Bolota
Editora: Trinta-por-uma-Linha
Ser Um Dotado no Século XXII
Texto: Maria Teresa Portal Oliveira
Ilustrações: Neto Jabur
Editora: Caneta de Estilo
VÍDEOS(YouTube)
Cliente: Trinta-por-uma-Linha
Feitos no: Canva & Microsoft Clipchamp
Alguns Exemplos:
Apresentação do livro:
A fábula dos feijões cinzentos
Retiro Literário III Edição
Feira do Livro São João da Madeira
REELS
Cliente: Trinta-por-uma-Linha
Tema: Datas Comemorativas
Feitos no: Canva & Microsoft Clipchamp
Alguns Exemplos:
22 de maio - Dia do Autor Português
30 de junho - Dia Mundial das Redes Sociais
5 de novembro - Dia Mundial do Cinema
CARROSSÉIS
Cliente: Ánxela Gracián
Tema: Os meus Libros de Literatura Infantil
Feitos no: Canva
Exemplo:







Livros Revistos:
Guxaguxa, uma bruxa especial!, de Lúcia Morgado;
Viagem à Volta de um Ano, de Maria do Rosário Moita Macedo;
A Grande Aventura da Palhinha, de Mina Anguelova;
Coletânea Um Pé de Contos;
Coletânea Contos de Estrelas, Pirilampos e alguns Bichos-Carpinteiros;
Cartas ao meu eu do outro lado do espelho, de Maria Teresa Portal Oliveira;
Os Segredos da Aldeia da Meia Lua, de Maria Teresa Portal Oliveira


(pág. 34-39)

(pág. 35-42)

(pág. 53-61)


BOOKTRAILERS
Feitos no: Canva & Microsoft Clipchamp
Exemplos:
VÍDEOS(YouTube)
Cliente: Trinta-por-uma-Linha
Feitos no: Canva & Microsoft Clipchamp
REELS
Cliente: Trinta-por-uma-Linha
Tema: Datas Comemorativas
Feitos no: Canva & Microsoft Clipchamp
Exemplos:
CARROSSÉIS
Cliente: Ánxela Gracián
Tema: Os meus Libros de Literatura Infantil
Feitos no: Canva


Guxaguxa, uma bruxa especial!
Texto: Lúcia Morgado
Ilustrações: Carla Pinto
Editora: Trinta-por-uma-Linha

Viagem à volta de um ano
Texto: Maria do Rosário Moita Macedo
Ilustrações: Bolota
Editora: Trinta-por-uma-Linha

A Grande Aventura da Palhinha
Texto e Ilustrações: Mina Anguelova
Editora: Trinta-por-uma-Linha

Um Pé de Contos
Texto: Vários Autores
Editora: Trinta-por-uma-Linha
Chancela: Busílis

Contos de Estrelas, Pirilampos e alguns Bichos-Carpinteiros
Texto: Vários Autores
Ilustrações: Nicole Figueiredo
Editora: Trinta-por-uma-Linha

Os Segredos da Aldeia da Meia Lua
Texto: Maria Teresa Portal Oliveira
Ilustrações: Paulo Salvador Lopes
Editora: Trinta-por-uma-Linha

Cartas ao meu eu do outro lado do espelho
Texto: Maria Teresa Portal Oliveira
Editora: Trinta-por-uma-Linha
Chancela: Busílis


As Sete Camas do Arganaz (2023)
Texto: Susanna Isem
Ilustrações: Marco Somà
Editora: Simon Book’s
Chancela: Grupo Narrativa
Esta é a história de um pequeno Arganaz com um medo nada peculiar, que assombra a mente de muitos no mundo.
Na Floresta Verde vive a nossa personagem principal, e outros tantos animais – o Coelho, o Pisco, o Veado, o Urso, a Tartaruga, o Rato, o Esquilo, a Coruja e muitos mais – que todos os dias fazem as suas rotinas, convivem entre si e aproveitam o sol e a água que os rodeiam. Quando o dia acaba, cada um recolhe às suas casas e prepara-se para entrar no mundo dos sonhos, mas numa noite, esta rotina é interrompida pelo Arganaz. O pequeno roedor começa a entrar nas casas dos amigos e a passar lá as noites, assustando-os e espantando-os no dia seguinte quando o encontram lá. Tudo isto, porque tal como nós quando éramos crianças, (ou até mesmo agora), o Arganaz tem medo de dormir sozinho. Conseguirão os habitantes da Floresta Verde ajudar o nosso pequeno amigo a superar o seu medo?
Com uma linguagem fácil e acessível, Susanna Isern (1978-) explora um tema do quotidiano e vivido por muitos, de forma a criar uma relação de proximidade e familiaridade com os leitores, uma vez que estes se poderão identificar com a personagem principal. O seu texto é acompanhado e complementado pelas ilustrações de Marco Somà (1983-), que ao utilizar tons de azul, cinzento, preto e castanho transmite o medo e solidão que o pequeno Arganaz sente. O ilustrador optou por criar ilustrações de dupla página, tirando proveito de todo o espaço, criando uma relação harmoniosa entre as suas ilustrações e o texto.
Apesar de ser um livro infantil, esta é uma história que transcende idades, pois quer miúdos quer graúdos têm medos e sentem-se sozinhos, mas também têm força de vontade para lutar contra eles e amigos aos seu lado que os apoiam.
Joana Inácio
(in Revista A Casa do João #15, p. 36)
Todos nós precisamos de um abraço de vez em quando e o conto Dás-me um abracinho? vem mesmo a calhar. Neste conto, iremos embrenhar-nos nas reconfortantes palavras de Sandra Cabral (1974-) nas quais somos apresentados à história de um pequeno ouriço-cacheiro que apenas ansiava por alguém que lhe demonstrasse o mínimo de carinho ou compaixão. Lastimavelmente, devido à sua aparência espinhosa, os outros bichos da natureza, com receio de se magoarem, afastavam-se e ignoravam-no, fazendo o pobre ouriço sentir-se completamente sozinho. No entanto, a escrita e as ilustrações acabam por irradiar um sentimento de esperança.
Por um lado, esta obra insere-se no género lírico no qual a linguagem clara, simples e acompanhada por diminutivos transmite uma melodia otimista e um tom gentil. Por outro lado, através de ilustrações feitas a partir de formas geométricas traçadas meticulosamente com lápis de cera, Ana Ambrósio (1978-) maravilha os nossos olhos, enchendo as páginas com cores vivas, alegres e vibrantes para acentuar, essencialmente, a beleza e elegância dos espinhos do nosso querido amigo cacheiro, demonstrando o quão inofensivos os ouriços-cacheiros são em geral e que não existe razão para os outros bichos e os próprios leitores se sentirem amedrontados por tais seres.
É de espantar como, num conto tão breve, se esconde uma lição tão profunda. Às vezes, as pessoas podem ser cruéis, julgando a nossa pessoa devido ao nosso aspeto. Mesmo assim, sempre ansiamos em encontrar aquela pessoa que nos aceita por quem somos de verdade, alguém que vê para além da casca e reconheça a nossa existência, chegando à conclusão de que afinal não estamos totalmente sozinhos neste mundo. No fim de contas, a aparência não nos define. Cada um é belo à sua maneira. O que importa é como somos por dentro.
Lembrem-se: não deixem de envolver aqueles que amam num abraço caloroso.
Raquel Seiça
(in Revista A Casa do João #15, p. 37)

Dás-me um abracinho? (2022)
Texto: Sandra Cabral Santos
Ilustrações: Ana Sofia Ambrósio
Editora: Edições Esgotadas.

Salvas por um fio! (2022)
Texto: Clara de Santos Loureiro
Ilustrações: Rui Sousa
Qual é um dos grandes mistérios que assombram a Humanidade? Para onde vão as meias quando desaparecem? Vamos encontrá-las debaixo da cama, atrás do sofá, dentro do armário ou nas camas dos nossos amigos de quatro patas? Até agora ninguém resolveu este mistério. Mas existe um outro lado deste problema: o que acontece à outra meia que perdeu o seu par?Salvas por um fio!dá-nos uma resposta!
Tudo começa num sábado quando a mãe do Guilherme e da Laura está a dobrar uma enorme pilha de roupa e encontra mais uma meia sem par do seu filho. Apesar de ser a meia preferida dele, a Felpuda acaba por se juntar à Remendada, à Sonhadora e à Riscas, as meias sem par esquecidas no armário escuro do Gui. Guardadas num canto sombrio e frio, estas meias perdem a esperança de algum dia voltar a ver a luz do dia. Até que um dia a porta se abre. Será que é o Guilherme que se lembrou delas? Não… É o dia das arrumações! As meias são colocadas num saco e levadas para uma loja de reciclagem de roupa. Correm perigo de vida! Conseguirão as suas amigas Natalícias, Tenistas, Finórias, Surfistas e Tricotada fazer algo para as salvar? Conseguirão alertar a mãe, a Laura e o Guilherme a tempo? Terão de ler para descobrir!
Clara de Santos Loureiro apresenta uma história que vai para além de uma aventura ou missão de salvamento. É uma narrativa sobre a importância da amizade, tolerância e respeito e de como cada um de nós deve abraçar as nossas diferenças que nos tornam únicos. O equilíbrio entre o texto e as ilustrações coloridas de Rui Sousa contribuem para uma composição harmoniosa e uma leitura fluída e agradável. O ilustrador tira proveito dos diferentes significados das cores para refletir organicamente os sentimentos representados nas palavras da autora.
Salvas por um fio! é um livro para todos aqueles curiosos e dispostos a procurar a resposta a um dos enigmas mais antigos da Humanidade: para onde vãos as meias quando desaparecem e o que acontece às meias sem pare? Agora podes fazê-lo acompanhado pela tua própria meia de fantoche com a compra desta edição!
Joana Inácio
(in Revista A Casa do João #16, p. 37)
Liberdade. Igualdade. Esperança. Justiça.
Estes são os princípios que marcam o 25 de abril de 1974 e que perduram, até hoje, nos corações dos portugueses, continuando a ser propagados através da literatura, não importa o dia, mês ou ano.
Por conseguinte, o célebre escritor, José Vaz (1940-), propaga estes mesmos valores com a nova edição de A fábula dos feijões cinzentos. 25 de abril, como quem conta um conto. Este conto leva-nos para um pequeno reino conhecido como o Jardim-à-Beira-Mar-Plantado onde habitam pequenos feijões de diversas cores e feitios e que vivem uma vida pacífica, até que essa tranquilidade é abalada pela tragédia quando o sol, a água e o ar são roubados por três feijões maldosos, fazendo o mundo perder as suas cores e os restantes feijões sofrer às mãos da censura, da opressão e da guerra. Tudo parecia perdido, até que o sentimento de esperança incentiva os feijões a lutar pelos seus direitos contra os opressores.
Por outras palavras, esta obra reconta os tempos de ditadura em Portugal para um público mais infantil, recorrendo a uma linguagem e um vocabulário de fácil interpretação, um enredo simplificado e linear e o uso de diminutivos – sem perder a veemência da estória e da voz do autor –, juntamente com um toque artístico da ilustradora, Sara Cunha (1981-). Através do recorte, composição e colagem de diferentes texturas e formas geométricas, Sara Cunha capta na perfeição este impacto histórico e a essência da mensagem por detrás, enquanto enche as páginas com ilustrações tridimensionais e vivamente representativas, mantendo a leitura visualmente agradável para o olhar inocente das crianças.
Em síntese, este conto destaca-se pelo seu aspeto educativo com a finalidade de instruir os mais jovens sobre a relevância do 25 de abril, pois determinou não só o estilo e qualidade de vida do nosso país, como também o futuro da literatura portuguesa, tornando a liberdade de expressão numa realidade.
Raquel Seiça
(in Revista A Casa do João #16, p. 40)

A fábula dos feijões cinzentos. 25 de Abril, como quem conta um conto (2024)
Texto: José Vaz
Ilustrações: Sara Cunha
Editora: Trinta-por-uma-Linha

As palabras do silencio (2013)
Texto: Ánxela Gracián
Ilustrações: Dani Padrón
Editora: Galiza: Xerais
Cupido, corações vermelhos e cor-de-rosa, rosas encarnadas e outras flores e chocolates, muitos chocolates. Quando pensamos no Dia de São Valentim, também conhecido como Dia dos Namorados imaginamo-nos rodeados por estes elementos. Mas já alguma vez procuraste descobrir qual a origem deste dia, não apenas no teu país, mas também noutro? Ánxela Gracián leva-nos até à China com As palabras do silencio para descobrirmos a história de amor que deu origem a esta celebração.
A noite de São Valentim chinesa, também conhecida como Qixi ou A Noite dos Sete, celebra-se anualmente no sétimo dia do sétimo mês do calendário lunar (para nós, em agosto) e tem origem, segundo a lenda, na história de amor entre uma princesa, filha mais nova do Dragão de Lume Infinito, e o Homem das Vacas, um mero mortal. Responsável por tecer mantos vibrantes que escondiam a escuridão do seu reino, a princesa apaixona-se pelo mortal que a encantou com a sua música. Numa noite à beira de um lago, ambos percebem que estavam destinados um ao outro, reconhecem-se como almas gémeas e, num impulso, casam-se e fogem. Contudo, sete anos depois, o Dragão de Lume Infinito separa-os ao aprisionar a princesa no céu, para que continue a tecer. Apesar de todos os seus esforços, nem com a ajuda de todos os animais do mundo o Homem das Vacas consegue salvá-la. Separados pela Via Láctea, uma deusa, comovida pelo sofrimento dos amantes, cria a Ponte dos que se Amam, permitindo-lhes reunir-se no céu uma vez por ano, no sétimo dia do sétimo mês do calendário lunar.
Numa adaptação sobre a origem do Dia de São Valentim chinês, Ánxela Gracián apresenta-nos uma história sobre o destino, um amor impossível, separação, paixão e almas gémeas. Dano Padrón capta as emoções e sentimentos desta história de amor através das suas ilustrações belas, suaves e delicadas, repletas vermelhos, laranjas, azuis e cinzentos.
Para os apaixonadas, para os que adoram histórias de um amor impossível e para os que desejam conhecer lendas antigas, As palabras do silencio é uma leitura indispensável.
Joana Inácio
(in Revista A Casa do João #17, p. 56)
Como bem sabemos, o tempo é tanto passageiro, como traiçoeiro. Uma chamada de atenção para apreciar ao máximo as simples e pequenas coisas da vida. Um luxo intemporal que a obra A interminável casa das histórias nos ensina a valorizar.
Nesta obra, acompanhamos Maria que vai passar os seus últimos dias de férias na aldeia dos seus avós. Longe da vida atarefada e tecnológica da cidade, contemplamos, através dos olhos de Maria, a beleza da simplicidade. As aventuras do seu avô, os abraços calorosos da avó, os rituais matinais dos animais, o rico sabor de um pão estaladiço barrado com uma doce compota… Dias calmos e agradáveis, sem quaisquer preocupações, até que chega à aldeia o neto dos vizinhos, um jovem maldisposto, refilão e inconformado com a ideia de passar dias no campo, onde, pensava ele, não havia nada de interessante para ver ou fazer. Determinada em convencê-lo do contrário antes das aulas recomeçarem, Maria dá início ao seu plano, de modo a mostrar-lhe que existe muito mais na vida para além da internet e videojogos.
Através do texto melodioso e humorístico de Elisabete Brito (1978-), juntamente com os traços serenos e joviais de Tatiana Dolgova, somos transportados para dentro das páginas, cujas palavras, cheiros e sabores despertam antigas lembranças. De certa forma, não importa a idade, cada um de nós pode identificar-se com esta obra que demonstra o quão valiosos, mas efémeros, são estes pequenos momentos que a vida nos proporciona e que nos moldaram na pessoa que somos hoje. Pequenas maravilhas às quais nos devemos agarrar e vivenciar ao máximo sem preocupar com o depois, pois, quando menos esperamos, esses momentos tornam-se em memórias, essas memórias em palavras e essas palavras em histórias que são contadas na hora de dormir.
Raquel Seiça
(in Revista A Casa do João #17, p. 61)

A interminável casa das histórias (2020)
Texto: Elisabete Brito
Ilustrações: Tatiana Dolgova
Editora: Flamingo
